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Palavras não descrevem olhos, bocas, braços e abraços, nem a alegria até então desconhecida, surgida de um (re) encontro. Para quem, há dias atrás, reflectia obras do acaso, hoje compreende que realmente o acaso não passa de um simples nada, e acredita em algo bem maior, que levará a um próximo reencontro, sem sombra de dúvidas. Até lá, todas as músicas cantadas estarão na mente, todos os sorrisos que ainda não acreditavam no que acontecia, todos os olhares que transpareciam a magia do momento. Gosto de jantares assim, com amigos assim

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