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Eu teria ficado...

na praia com este dia fantástico de Verão, este fim de tarde como ainda este ano não houve se o pai do Piolho tivesse marcado uma hora para deixar o menino, se me tivesse dito que ficava para jantarem juntos, se tivesse atendido o telefone hoje, numa das mil chamadas que lhe fiz ao longo do dia, ou respondido a uma das centenas dezenas, pronto de mensagens que lhe enviei, mas não, nada! E cá estou eu em casa, desde as 17 horas, à espera. Acabei agora de receber noticias
-Desculpa, estava apenas  dedicado ao meu filho,  vamos tomar banho, jantar, tomar café de depois deixo-o aí...
Isto quer dizer que eu devia podia ter ficado na praia, o Piolho podia ser deixado lá, a caminho de casa e escusava de ter vindo tão cedo. 
Por muito que eu queira ser a ex-namorada boazinha, que pelo filho faz esforço de engolir muita falha do Pai, há coisas que não posso admitir e comecemos já pelo facto de este passar o dia inteiro sem dizer nada, óbvio que não exijo mensagens a dizer que o Piolho bebeu agua, o Piolho foi à casa de banho, o Piolho está a ver tv... Não, nada disso, mas uma mensagem a meio do dia a informar que está tudo bem e pensa trazer o Piolho à hora x, é ponto assente, no mínimo, e uma coisa eu aprendi desta vez, é que isto não pode voltar a acontecer, o Piolho não volta a sair com o pai sem ficar estipulada a data e hora de regresso... Isto é, se houver próxima, pois se até aqui lutei para isso, com este tipo de preocupação atitudes não sei até que ponto valerá a pena sujeitar-me...


Ok, vamos lá mais uma vez desculpar, foi uma vez sem exemplo e quando chegar conversa-se, ele vai admitir que realmente não procedeu bem e da próxima vez isto já não acontece, sim, o beneficio da dúvida

5 comentários:

  1. Sim acho bem. Talvez o problema seja mesmo conversarem pouco.

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  2. Um diálogo calmo e ponderado é sempre o melhor . A pensar semprre no melhor para o teu "piolho", claro.

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  3. Como te entendo...(suspiro).
    Mas sim, vale sempre a pena dares o benefício da dúvida (pelo Piolho).
    E seres firme nas palavras. Ele (pai do Piolho), concerteza que sentirá e perceberá. Senão, terás que ser tu a estipulares o "horário de entrega" (confesso que não gosto desta expressão).
    Beijinho :)

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  4. Boa tarde,

    Eu sinto-me um bocado mal por meter o dedo num assunto tão pessoal uma vez que acabo de chegar aqui mas esta história não me é alheia e vou repetir o mesmo de sempre. Acho que tem razão no seu ponto de vista mas não pode culpar o Pai de fazer o horário que quiser só porque a smile decidiu vir mais cedo para casa. Aqui as posições foram opostas: a Smile pensou na criança e que deveria deixar de estar na praia que tanto estava a gostar para a eventualidade da criança precisar de voltar para casa. O Pai deve ter aproveitado o dia como bem entendeu e quando já tinha despachado aquilo ele pretendia fazer, deu sinais de vida. Repito, não acho que o que ele fez seja correcto mas talvez a smile poderia da próxima vez ficar na praia até lhe apetecer uma vez que era o seu dia "livre sem filho" e quando lhe pudesse receber o piolho em casa, ligava a dizer "já podem vir". Mas uma mãe não faz isso pois não? Nunca. Está sempre disponível. Contudo, é uma escolha sua (das mães no geral) e penso que incosncientemente dão a volta à situação por acharem que foram injustiçadas. Se acha que o pai não foi correcto, eduque-o mas não abdique dos seus direitos de ter dias sozinha nem prive o piolho de estar com o pai por causa disso.


    PS: Desculpe o testamento e espero que não tome estas palavras com tom de crítica. É mais uma opinião/conselho de quem, infelizmente, está muito, muito batida neste assunto... E já viu esta história do principio ao fim.

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  5. Anónimo8/24/2011

    espero q tenha ficado tudo bem

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