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O medo, o eterno medo

Uma amiga dizia-me ontem e com uma certa muita razão, que quando alguém entra na nossa vida somos deparados com grandes medos, experiências naturalmente diferentes, vivências diferentes, feitios diferentes, pessoas diferentes, algumas cicatrizes que também vamos descobrindo, até as nossas e aquelas que pensámos já não existirem. É nestes momentos que revemos na nossa cabeça a pesada herança que carregamos, o mal deixado pela ultima desaventura, no inicio daquilo que ainda não sabemos muito bem o que vai ser. Estas recordações não podem ser negadas, estão gravadas na pele, na cabeça, no coração, moldam-nos os actos, fazem-nos dizer, agir e pensar a medo, quando a boca à uns tempos atrás nos atraiçoava, dizia o que o corpo queria. Agora a cabeça aplica a censura e muito se perde, mas é assim o ser humano, sobrevivente, resistente e tantas vezes, pouco consciente.

Para além dos medos, há as expectativas que criamos e que são criadas em relação a nós. Os sonhos que são do outro, mas precisam de nós para serem realizados, e aí os nossos medos crescem espontâneamente

Se é perigoso quando um quer, mais perigoso é quando querem os dois. Agora a questão é saber porque querem, se é mesmo porque querem ou se querem porque o medo grita mais alto...

4 comentários:

  1. Não tenhas medo de seres feliz!
    Claro que há sempre uma dose de risco... mas olha que vale a pena!

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  2. Quererem porque o medo grita mais alto?

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  3. mas é preciso pôr o medo de lado e seguir em frente. senão não vivemos, vemos a vida passar…

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