| p r e f á c i o |

|odiario.blog@gmail.com|

inResponsabilidades Parentais


Começando pelo nome, que é já suficientemente assustador, existe ainda o facto de ter de voltar ao ministério publico 10 anos depois, e, mais uma vez não saber ao que vou. Sei apenas que existem direitos e obrigações, de lei, que não estão a ser cumpridas ou respeitadas mas também não existe nada que O obrigue a fazê-lo.

Quando o diálogo entre os pais começa a tornar-se pouco fluente, quando noto mais desinteresse, falhas constantes, ou simples vontade de complicar, o melhor é deixar qualquer coisa escrito. Não estou a prejudicar ninguém, estou a lutar por um direito do meu filho, o qual deverá ser respeitado por ambas as partes. Ainda que o pai não mostre disponibilidade ou interesse, alguém tem de tratar de colocar pontos nos i's

Haja fé

10 comentários:

  1. Demonstraste ao mundo o quanto CAPAZ és!!!

    Esta é só mais uma etapa!

    :)))

    ResponderEliminar
  2. Querida Smile, parece que esta "desobrigação" do pai, continua...
    Muita força!

    ResponderEliminar
  3. Força, Smile!

    O teu filho vai agradecer um dia, tal como eu agradeço hoje à minha mãe.

    Beijinhos,

    Rita

    ResponderEliminar
  4. Sabes...
    existem poucas coisas no mundo que sejam tão importantes como é o diálogo entre duas pessoas.
    Esta é minha forma de pensar.

    :*

    ResponderEliminar
  5. não há nada como deixar tudo preto no branco... confiar e acordar de boca... esquece.... o que hoje são rosas amanhã são espinhos!
    Por isso com mais ou menos simpatia por parte dos srs do ministério público que os deveres e direitos sejam estabelecidos e acima de tudo cumpridos...

    ResponderEliminar
  6. Regulação dos poderes parentais, é assim que se chama agora. Eu não digo que a nossa vida se assemelha...

    ResponderEliminar
  7. Deixo a minha força e muita paciência! Eu não tive problemas nenhuns quando foi para regulamentar a custódia da minha filha, estavamos de acordo em tudo, mas a lei não estava de acordo connosco e tivemos que ir a tribunal de menores para conseguirmos o que temos (total partilha de custódia, não temos pensão de alimentos, somente o pai paga o colégio porque eu neste momento não o posso fazer), neste momento "preparamo-nos" (ele, não eu, mas sirvo de bengala) para uma luta feroz de tentativa regulamentação de poder paternal com a mãe do filho, alienação parental ao mais alto nível.
    Vai ser uma luta longa e feia, pena tenho da minha filha e do irmão que foram apanhados precocemente pelo mundo feio dos adultos.

    ResponderEliminar
  8. Obrigada pela(s) força(s)

    ResponderEliminar

*