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às vezes batemos no fundo!


Hoje estou de pé, firme e hirta. Olho para trás e orgulho-me por ter sobrevivido às batalhas que a vida travou comigo. Olho para a frente com convicção de que tenho ainda muito tempo para realizar muitos sonhos - todos os sonhos - e muitos desejos - todos os desejos -, que aumentam e mais de mim exigem a cada minuto, hora, dia. Vou deixando para depois, para daqui a bocado, para amanha, para o mês que vem ou para qualquer dia. E de repente, o depois, o daqui a bocado, o amanhã, o mês que vem ou o qualquer dia, é agora!
O dia de amanhã ninguém conhece - embora muitos achem que sim -  hoje estamos cá, vivos e saudáveis, amanha não sabemos. Gastamos demasiado tempo a sofrer porcaria, perdemos-lo com ideias parvas, crises e dramas amorosos, duvidas existenciais, discussões... Sofremos muito e acabamos desgastados por coisas que nos parecem o fim do mundo, mas às vezes deparamos-nos com situações realmente graves - directa ou indirectamente - aparecem e somos MESMO! obrigados a lutar contra GRANDES! e DURAS! batalhas
Hoje sinto-me assim, pequenina. A vida não é justa e as injustiças têm-me batido indirectamente demasiadas vezes à porta, e hoje bateu outra vez
O Paulinho tem 25 anos e um cancro,estes abanões fazem-me parar, pensar e pensar...

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