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Ai a vida



Não houve esforço físico ou trauma emocional que pudesse tê-lo desencadeado. Estava sentada e via televisão. Teve a sensação de ter comido uma sandes à pressa, estava indisposta, mas na verdade, não comia desde as 16h. Depois, desapareceu esta sensação e sentiu que alguém lhe apertava a coluna - espasmos na aorta.  A pressão avançava para o externo e subia à garganta até alcançar o queixo. Lembra-se de ter tirado os pés do puff e dirigir-se ao telefone, mas caiu... Levantou-se, apoiou-se na cadeira, caminhou devagar até ao telefone para chamar ajuda. Ligou 112, descreveu os sintomas, foi-lhe dito que viriam imediatamente e foi aconselhada a deitar-se junto à porta. Seguiu todas as instruções, deitou-se no chão e deve ter perdido os sentidos. Acordou com o cardiologista a dizer que haviam introduzido um pequeno balão na artéria femoral para instalar dois 'stents' que mantivessem aberta a artéria coronária do lado direito.
Graças às suas explicações precisas, os médicos já estavam à sua espera, prontos para a atender adequadamente quando chegou ao hospital....

6 comentários:

  1. Existe, de facto, uma ténue linha que separa a vida e a morte!!

    ;)

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  2. Nem sempre podemos contornar a morte, mas podemos tentar.
    Por vezes resulta.

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