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Primeiro conheci-O, era tudo novo, tudo um sonho, depois, à medida que O fui vivendo, apaixonei-me, uma paixão muito grande, vivia para Ele, era a minha prioridade. Cheguei mesmo a amá-lO acima de todas as coisas, éramos muito felizes juntos, vivíamos um para o outro. 
Com o passar do tempo e a entrada de terceiros nesta nossa relação, foi acabando a magia do meu sentimento e da paixão, amor passou a rotina, hábito, uma parte importante da minha vida, APENAS! Passei a ver um outro lado neste não amor, o interesse e ultimamente tem sido assim. Já não há sonhos, já não há vontade. Há um hábito, uma rotina, uma obrigação. Não se definem objectivos, muito menos se tentam alcançar. Já ninguém está disposto a isso e ele está a morrer aos poucos. Sozinha não consigo, nem posso remar, não tenho autonomia, nem asas para isso, e como muitos dizem, se não os podes vencer, junta-te a eles, e é exactamente isso que tenho de fazer, juntar-me a eles, aos que mandam e decidem, contra a minha vontade e sem poder de opinar, vou deixando assim afundar esta paixão.
Pode amar-se o trabalho?

3 comentários:

  1. Pode amar-se muito o trabalho. Não é o meu caso. Eu gosto, gosto com carinho outras vezes com fúria, mas gosto. Mas basta olhar para o meu marido e eu sei que se pode amar o trabalho...

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  2. Acho que pode sim.
    E se hoje não amamos o trabalho... trabalhar para amanhã ter outro trabalho que amemos.

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  3. claro que sim, há dias que amo, há dias que odeio, mas estou sempre lá para ele :) :) :)
    **

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