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das [grandes] amizades



como se sentiria se tornasse publico as semelhanças que nos caracterizam, se falasse do filho maravilhoso que tem cada uma de nós, fruto de um grande amor que vivemos, ou do que atravessamos neste momento, cada uma em guerra aberta com os filhos da mãe pais dos nossos pequenos amores, do esforço que fazemos para que estes pequenos seres que nos iluminam os dias e as noites não sofram na pele a realidade dos pais miseráveis que têm, não é assim, querida pocahontas?...

pocahontas em carne e osso, irmã que não nascendo do mesmo ventre, que não tendo do mesmo sangue, a vida colocou no meu caminho, a bem da felicidade de ambas passámos a altura parva em que não nos podemos ver porque éramos mesmo parvas ela mais que eu, claro mas depois crescemos sem precisar que alguém nos abanasse ou nos desse o estalo para acordar, hoje vivemos aquilo da amizade, mas em bom, sincera e verdadeira que eu preciso para mim como ou mais que o oxigénio que respiro, hoje especialmente, porque ela é a aniversariante. Parabéns meu anjo

porque há amigas que amo como irmã...