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As pedras no sapato

Querido filho 'o interesseiro' passeou-se esta tarde pela cidade, sozinho com um amigo, aproveitando o facto de estar com os avós paternos, e dando uso à esperteza decidiu fazer aquilo que não pode fazer quando está comigo: filho-lindo puxou da mascara-de-menino-triste-e-sem-nada-para-fazer-em-tempo-de-férias para pedir ao avô que o trouxesse e o deixasse -sozinho com o amigo- no parque da cidade, vindo buscá-lo mais tarde, ao fim da tarde. Azar dos azares, foi mesmo por lá que passei depois de sair do trabalho -instinto(!?) e foi lá que o vi com uma das companhias cúmplice das travessuras do ano lectivo. Querido filho 'o chico-esperto' apanha-se fora da asa da mãe e usa a parvoíce como forma de agir, passando a perna a estes avós que fazem tudo (mesmo actuando de forma irresponsável) para ver o menino feliz. ''Peguei'' nele e levei-o de volta a casa dos avós, explicando a situação e deixando recado para que não volte a sair de ''perto'' deles.

A vontade era leva-lo para casa, dar-lhe um bom castigo e dizer a estes avós que apartir de agora as visitas seriam feitas lá em casa, sempre que sentissem vontade. E foi por um triz que não o fiz. Desta vez avisei, da próxima farei (!)