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No banco de suplentes


É aquela barreira entre dois jogadores de equipas opostas, a rede que fica no meio -eu- separa-as, balança mas não cai, vê o jogo em campo limitando-se à condição de barreira [e poderia ser volei, ténis, ping-pong]. De um lado a mana e a necessidade de dar um passo em frente que mudará para sempre e para melhor -espero- a sua vida, do outro a mãe que não crê, não apoia nem incentiva. Não só nesta mas em tantas situações é preciso importante para nós a sua aprovação, o seu sim, o meter-se no nosso lugar e puxar da sua paciência + experiência de vida e dizer-nos o que faria sendo ela, uma espécie de conselho como que incentivo; mas não! querida-mãe não está nem aí e isso custa-me tanto, não opina, não quer saber e não aceita e eu -que não estou habituada a isto- não quero acreditar que esteja 'apenas' a guardar-se para o 'eu avisei-te!' caso as coisas não corram conforme os planos.
Às vezes não é uma opinião que se quer, mas um 'estou aqui para o que for preciso' e apesar de ambas sabermos que querida-mãe está! como sempre esteve! é tão importante que o diga como o faça, sempre, e sejam quais forem as circunstancias