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(in)justiças

Estou um bocadinho fula da vida, que raios! Encontrei na rua a advogada que supostamente me estará a defender no processo de regularização de poderes parentais, a mesma a quem em Outubro pedi para interceder junto do tribunal pois, tal como prometeu, o pai não cumpriu com nenhuma pensão até agora, rotinas... Dois meses depois questionei o ponto de situação e por ausência de resposta no mês seguinte voltei a reenviar o mail. Responderam vocês? Ela também não! Hoje encontrei-a na rua e aproveitei para lhe lançar a rede, ela matreira, vivida e despachada puxou de um punhado de areia e toma lá para os olhos, dizendo que tem de se dar tempo, que não é permitido pressionar, eu intercalei com um 'perguntar não é sinónimo de pressionar, mas interesse ou preocupação', expliquei mais uma vez que nem toda a gente que mete um processo destes tem sede de vingança, há casos, e no meu a única vontade é ver uma criança feliz e poder dar-lhe conforme as necessidades, não ter de prescindir de umas para poder ter outras, usar dos direitos que são seus através do direito à defesa em que supostamente esta advogada iria trabalhar