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da minha caixa dos remorsos

A expressão trazia muito mais que novidades. Autênticas bombas. Eu disse que preferia não saber. Eu disse! E agora? Sai uma dose de malabarismos, sff, preciso de engolir o jantar sem que desça ao estômago o nó que tenho na garganta, manter um diálogo sem que o mesmo nó escape para fora, tenho sorrisos para dar sem que se note a cor amarelada da minha sinceridade, trocas de olhares para enfrentar sem deixar escapar a transparência que dificilmente consigo esconder.
É isto, ser amiga também é ficar calada quando a vontade e o que está certo é abrir o jogo. Mas não, vou morrendo vivendo com esta bomba-relógio, tenho-a entre uma mão e a outra e vou preparando os braços e os ombros para o dia da explosão, que se não for hoje, será amanhã, ou mesmo daqui a um ano, ou dois ou...