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provavelmente estou a repetir-me

No geral:
Em verdade vos digo mais uma vez que enquanto casais separados não há mãe no mundo ou pai que consiga pôr o filho contra o outro se este mantiver na sua vida um papel activo e presente. Por isso, por tudo e pelos e-mail's que chegam com esta queixas, eu resumo na mesma resposta:  Envolvam-se na vida dos vossos filhos, abusem da vossa presença nas suas actividades e vão ver que por mais palavras que vos atirem, o que realmente vale são as vossas atitudes

Em particular:
Não se faz um convite sob a forma de ameaça. Não! Não se fala assim com uma criança. Não! Não se prometem castigos. Não! Não se fazem exigências imediatas. Não! Não se recorre à mentira para chegar ao destino. Não! Não se recusa a verdade. Não! Não se abusa da autoridade. Não! Não se usa vinagre para apanhar moscas. Nunca!

E mais particular ainda:
As minhas armas estão ainda ali, sossegadas, as minhas garras recolhidas e os nervos em stand-by. Estive um destes dias para agarrar em tudo e mandar reciclar, desfazer e transformar num troféu como símbolo de trégua e de entendimento. Alguém me alertou para ter calma, olhar os ventos que vão e voltam como as ondas do mar e que também mudam a direcção, invertem o rumo, revoltam o mar e fazem dele tempestade. Estava tudo adormecido mas se começas a puxar por elas vais acordá-las, elas vão despertar e assim ao jeito de alerta caiem-te em cima como chuva na tempestade que estás a provocar. Deixa-me quieta por favor. Deixa as minhas armas aqui pousadas a meu lado. Não insistas para que solte as garras. Não, por favor! Não cries problemas onde reina a paz. Não! Isto não é a guerra Não! Isto é a vida. A curta vida. Não adianta complicar. Não vás por ai... 

6 comentários:

  1. Quem fala assim não é gago,
    beijinho

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  2. Os comportamentos dos pais para com os filhos em alturas de separação/divórcio chocam-me deveras. Tem de haver primeiro que tudo amor e respeito para com os filhos. Tem de haver também respeito, bom senso e amor próprio para com nós mesmos.

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  3. Por enquanto a coisa tem corrido bem dentro do complicado que é separar o pai dos nossos filhos daquilo que foi uma relação falhada. O interesse das crianças deverá estar sempre em primeiro lugar e como tal exsitem muitos dias em que respiro fundo e penso em não complicar aquilo que já por si só não é fácil! bjs

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  4. Noto uma alma atormentada. Isto não é guerra, mas também não é uma verdadeira paz!

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  5. Quero muito concordar consigo mas quando os meninos são pequeninos são tão influenciáveis... eu defendo aquilo que diz mas há mães e pais tão perturbados que tudo fazem para destruir o ex...até meter as crianças ao barulho. Tenho um filho de um anterior casamento, casei com um homem com 2 filhos e agora temos um bebé. Tenho MUITA experiência neste campo. Felizmente tenho as minhas coisas bem resolvidas mas convivo e assisto diariamente a cenas que nem acredito.

    http://osmeusosteusosnossos.blogs.sapo.pt/

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