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uma parte de mim defende as escolas publicas, o trabalho do governo e o empenho de quem gere isto tudo e até propõem como dizia uma mãe na reunião que deixe de se chamar ministério da educação e passe a ministério do ensino para que percebam que o papel da escola é exactamente esse, ensinar, não educar, e que, tal como o lanche e o material escolar, a educação deve vir de casa. dirigir hoje uma escola será das profissões mais difíceis e menos compensadas tendo em conta a sombra que o governo exerce sem responsabilidade, passando para fora a imagem de que todos falham mas nem todos têm de ser punidos por isso, ainda que essas falhas prejudiquem milhões pais, professores, funcionários e encarregados de educação todos falham insiste o ministro que vem a publico assumir que fez cocó em cima de nós sem saber muito bem como não há mais responsabilidades ou consequências

não sei se é comum a outras escolas, aqui as turmas foram desfeitas, os alunos separados e tudo reorganizado, houve quem não gostasse, quem se opusesse e quem corresse para a escola para a transferência imediata por capricho 'não se admite que as nossas filhas sejam separadas das melhores amigas' não se admite mesmo? o meu filho quis mudar de turma porque começa com matemática segunda às oito e meia, eu também não gostei mas também me calhou e continuo cá, rija! da reunião de sexta saí mais uma vez como representante dos encarregados de educação e ficará marcada pelo facto de pela primeira vez encontrar mães unidas, mães que se juntam e lutam pelos direitos dos filhos, que não têm medo de manchar a fotografia com uma reclamação, que falam mais alto ou dão o murro na mesa se for preciso percebi que este vai ser um ano de trabalho para mim o meu filho pode não ter a melhor turma mas eu tenho a meu lado as melhores mães e este é o ponto de partida para que amanhã tudo corra melhor

amanhã é dia de uma mãe ir à escola avaliar a comida fornecida por uma empresa, a que estes meninos dizem não prestar e não chegar, aliás, se prestasse e chegasse eles não precisavam de ir empanturrar-se de pizzas e pans para fora da rua depois do almoço, será que nas cantinas do ministério da educação também há défice de qualidade e quantidade?  falo da comida, do resto a gente sabe!

6 comentários:

  1. O problema da comida está directamente ligado à forma como as empresas ganham os concursos para fornecer a comida às escolas (o preço mais baixo).
    Mas é triste ver as escolas a chegarem a estes casos...

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    1. Ainda ninguém contou isso à ASAE

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  2. Posso perguntar? Você não é do Brasil, é?
    Tem uma escrita "diferente"... estou certa? rs


    Aproveitando, poderia me ajudar?
    Meu filho Patrick, está participando de um concurso para estampar o calendário de uma loja aqui de minha cidade.
    Poderia dar o seu voto para ele? É fácil e rapido. Ajude por favor! (Se for possível, divulgue rsrs)
    Para votar pelo celular, usem esse link: http://apps.agorapulse.com/mobile/contest/36844/entry/613337

    http://mae-a-bordo.blogspot.com.br/

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    1. * Drika Nolli
      sou portuguesa e não entendi a 'escrita diferente'

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    2. Não me entenda mal não, viu?
      Só quis dizer que a escrita é diferente do português do Brasil, imaginei que fosse de Portugal, pois tenho uma amiga que escreve desse jeitinho.

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  3. Anónimo10/08/2014

    Tachos, eles querem é tachos, é preciso muita cara de pau para, memso depois de todas as criticas continuar a ter a lata de se levantar para ir para o emprego

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