| p r e f á c i o |

|odiario.blog@gmail.com|

vinte e oito de novembro de dois mil [e catorze]

quando me deitei o tempo anunciava tempestade... o meu filho nasceu
podem passar mil anos, está cravado e não há vento, chuva ou marcas do tempo que façam desaparecer, a memória foi uma boa invenção toda a gente devia ter uma!
há dias que podia descrever do principio ao fim, esses dias são os teus, meu-rapaz, tenho a imagem  do teu nascimento como um filme em câmara lenta, recordo os pormenores mais importantes de cada um dos teus aniversários e podia ainda falar de outros momentos que por qualquer razão me nos marcaram e não precisam ser escritos porque a vida pode correr, os anos podem passar mas os dias ficam

quanto tempo a vida precisa para nos dar a conhecer a alguém eu não sei, mas os teus catorze anos são suficientes para me leres os pensamentos e adivinhares o que sinto, para saberes quando deves fazer silencio, desabafar, desligar a televisão, brincar, adiar pedidos, sugerir algo, abusar, ensurdecer, gritar, quando preciso de um abraço, do escuro, de companhia, de partilhar, de dar e receber, quando te quero apenas olhar, tudo sabes sempre descodificar-me e eu quero-te sempre feliz e a devolver-me aquilo que mais te dou: sorrisos
Parabéns ao meu rapazinho

3 comentários:

  1. Parabéns aos dois. A tua, a vossa história será sempre um referência :)
    Que a vida vos abençoe SEMPRE!

    ResponderEliminar
  2. Parabéns ao teu rapaz! :)
    As nossas cabeças conseguem mesmo gravar estes dias, perfeitos!

    ResponderEliminar
  3. PArabéns ao rapaz :) E à mãe também !

    ResponderEliminar

*