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agradecer, sempre

guardo memórias da vida numa caixa de cartão. fotos, bilhetes e muitos textos, alguns meus, outros que encontro, começo a ler e guardo para terminar mais tarde. algures, alguém deixou escrito aquilo que havia de me esclarecer todas as duvidas existenciais, os ataques de racionalidade, as ansiedades e as vezes que pus em causa aquilo que tenho como garantido 


“Hoje eu estou sentada na minha cama de hospital à espera de ter os meus seios removidos. Mas, de uma forma estranha, sinto que sou sortuda. Até agora não tive problemas de saúde. Sou uma mulher de 69 anos de idade no último quarto no fim de um corredor antes da ala pediátrica do hospital. Nas últimas horas eu tenho visto dezenas de pacientes com câncer sendo levados por cadeiras de rodas. Nenhum desses pacientes tem mais que 17 anos.”


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