| p r e f á c i o |

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| querida adolescência |

como estou feliz com a tua chegada, vieste devagar, experimentaste, testaste e apalpaste terreno, viste até onde podias pisar, até onde a corda esticava e quais as barreiras que te apareciam no caminho, foste cautelosa, entraste de mansinho, quase não demos por ti e agora que te instalaste, é com muito orgulho que te acolho, encontraste um menino preguiçoso e desinteressado, moldaste-o, foste-lhe oferecendo as oportunidades e ele foi sabendo agarrá-las, injectaste-lhe a dose certa de responsabilidade, respeito e compreensão e eu agradeço-te por isso. e por tudo, pelas pequenas coisas e pelos grandes gestos

porque, à boa-moda da Catarina, a vida se resolve mesmo sozinha e isto digo eu que demorei a perceber como 

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