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| quinze anos para trás |

lembrei-me que o meu filho não me nasceu neste dia. neste dia pari um bebé mas o que me nasceu foi um medo desmedido
o amor nasceu-me meses depois, quando a vida nos pôs à prova, quando ele estava na medida exacta do meu colo e se encaixava em mim como uma peça de puzle, quando a revolta já tinha sido ultrapassada pela coragem e pela vontade de viver um amor sem medida

senti o amor, o valor e o mundo como uma onda que me passou por cima e me envolveu, senti-me nas mãos dele e assim vivi os últimos quinze anos, e vivo todos os dias

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